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SOBRE MIM
Graduação em Psicologia pela Universidade São Marcos.
Pós-graduação lato sensu em Psicopedagogia pela Universidade São Marcos.
Pós-graduação lato sensu em Fundamentos da teoria e da clínica psicanalítica pelo Centro Universitário Filadélfia/Instituto Superior em Psicologia e Educação (ESPE).
Formação permanente em Psicanálise por meio de cursos, grupos de estudo, supervisões e eventos — com ênfase em Freud e Lacan.
FORMAÇÃO
PRISCILA S. PROVEDEL
CRP 06/56602
Psicóloga Clínica | Psicanalista | Supervisora
Mais de 20 anos de experiência em atendimento clínico.

Sou:
psicóloga,
psicanalista,
supervisora,
pesquisadora do campo das Subjetividades Digitais,
e alguém que quer se comprometer mais com a transmissão da Psicanálise.

Fui arrebatada por uma teoria que não promete respostas rápidas e que escuta o que o sintoma conta sobre um sujeito. A Psicanálise, para mim, é uma experiência que permite à pessoa se aproximar de suas próprias histórias, repetições, das formas que inventou para sobreviver e do desejo que nem sempre sabe como sustentar.

Quanto mais estudo, menos me interessam as certezas excessivas. Gosto de teorias robustas, mas também dos pontos em que elas encontram seus limites.

Também sou curiosa.
Adoro aprender coisas novas.
Leio o tempo todo.
E, se pudesse voltar no tempo para escolher um ofício, escolheria exatamente o mesmo.
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Faço análise pessoal e também supervisão dos casos que atendo. Sei o que é estar nos dois papéis.
E acredito que isso faça muita diferença no tipo de escuta que consigo oferecer aos meus pacientes e supervisionandos.

Manter uma postura ética é uma prioridade pra mim. E aqui não falo apenas de uma ética pessoal, de cidadania ou de sigilo sobre os dados do paciente. Mas da ética da Psicanálise fundamentando meu trabalho.
Alguns princípios que orientam meu trabalho:
Escutar o que é dito e também o que aparece nas pausas e entrelinhas.
Sustentar a complexidade sem abrir mão da clareza.
Valorizar a noção de alteridade.
Desconfiar de respostas prontas e soluções universais.
Considerar o contexto social sem perder de vista a singularidade.
Cultivar gentileza, humor e abertura para o inesperado.
Apostar na autonomia e nas transformações possíveis.