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SUPERVISÃO
SUPERVISÃO
SUBJETIVIDADES
DIGITAIS
desejo | laços | mundo digital
Você já se pegou rolando o feed sem saber o que procurava? Sentiu que estava conectado a tudo e presente em quase nada? Esses são exemplos de perguntas sobre as relações do sujeito com o universo digital. E valem a pena ser levadas a sério - pois ajudam a compreender uma pergunta maior: o que o mundo digital vem fazendo com o seu desejo, suas relações e com você mesmo?
reflexões sobre
Redes sociais
Inteligência artificial
Algoritmos
Hiperconectividade
Desejo e consumo digital
Laços sociais contemporâneos
Sofrimento psíquico na era digital.
entre outras.
o que você vai encontrar neste espaço
o que ofereço ao
seu percurso
refletir sobre os efeitos subjetivos, sociais e clínicos da vida mediada por tecnologias digitais.
a quem se destina
→ pessoas que se identificam com o sofrimento digital e querem entender melhor a si mesmas.
→ àquelas que estão tentando teorizar e entender esses fenômenos além do senso comum.
→ para quem está recebendo pacientes com sintomas do digital (ansiedade por telas, solidão conectada, dependência de likes) no consultório e quer pensar sobre manejo.

sobre a clínica das subjetividades digitais
A Clínica das Subjetividades Digitais investiga como o mundo digital atravessa a subjetividade contemporânea — influenciando a identidade, o desejo, os laços sociais e as formas atuais de sofrimento psíquico.
Redes sociais, algoritmos, inteligências artificiais e hiperconectividade já fazem parte da experiência clínica e da vida cotidiana. Não como pano de fundo, mas como matéria do sofrimento. Esse sofrimento tem formas reconhecíveis:
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A solidão que cresce dentro da conectividade — estar em contato com todos e não se sentir próximo de ninguém.
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O desejo que se fragmenta diante do excesso de estímulo — a dificuldade de querer algo quando tudo está disponível.
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A identidade construída e desconstruída em tempo real, sob o olhar permanente do outro.
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A comparação constante que corrói — profissional, afetiva, corporal.
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A dificuldade de estar presente, de concentrar, de tolerar o silêncio.
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O vínculo com inteligências artificiais que começa a revelar a falta de interlocução humana real.
Pensar esses fenômenos exige mais do que senso comum — e menos do que alarmismo. Exige escuta. E uma teoria que saiba fazer as perguntas certas.
Para o clínico, esse cenário coloca desafios concretos: como escutar o que chega marcado pelo digital? Como manejar uma demanda que a formação tradicional não antecipou? O que a Psicanálise tem a oferecer quando o sintoma se organiza em torno de uma tela, de um algoritmo, de uma inteligência artificial que responde bem?
Não há respostas prontas. Mas há perguntas que valem a pena levar a sério — e a disposição de pensá-las com rigor, a partir da clínica e em diálogo com ela.
É com essa disposição que este espaço foi construído.