
SUPERVISÃO
SUPERVISÃO
PSICANÁLISE &
CULTURA DIGITAL
desejo | laços sociais | tecnologia
Você já se pegou rolando o feed sem saber o que procurava? Sentiu que estava conectado a tudo e presente em quase nada? Esses são exemplos de perguntas sobre as relações do sujeito com o universo digital. E vale a pena levá-las a sério - pois elas ajudam a compreender uma pergunta maior: que experiências humanas fundamentais estão sendo reconfiguradas pela vida mediada por tecnologias digitais?
reflexões sobre
Tempo e atenção
Desejo e consumo
Vínculos digitais
Linguagem e Inteligência Artificial
Corpo e presença
Trabalho contemporâneo
Sofrimento psíquico na era digital
entre outras.
o que você vai encontrar neste espaço
o que ofereço ao
seu percurso
a possibilidade de refletir sobre os efeitos subjetivos, sociais e clínicos da vida mediada por tecnologias digitais.
a quem se destina
→ pessoas que se identificam com o sofrimento digital e querem entender melhor a si mesmas.
→ àquelas que estão tentando teorizar e compreender esses fenômenos para além do senso comum.
→ para quem está recebendo pacientes com sintomas do digital (ansiedade por telas, solidão conectada, dependência de likes) no consultório e quer pensar sobre as implicações clínicas disso.

sobre a psicanálise e a cultura digital
Vivemos uma época em que muitas experiências fundamentais da vida humana passam a ser mediadas por tecnologias digitais: a forma como nos comunicamos, esperamos, desejamos, trabalhamos, consumimos, buscamos reconhecimento, construímos vínculos e lidamos com a presença do outro.
Esta investigação nasce da tentativa de compreender o que essa mediação produz na experiência subjetiva e social.
O interesse não está nas tecnologias em si, mas na maneira como elas participam da vida cotidiana, atravessando dimensões como tempo, atenção, linguagem, pensamento, identidade, corpo, sofrimento e laço social.
A partir de uma interlocução com a Psicanálise, este espaço reúne reflexões sobre cultura digital, redes sociais, algoritmos, inteligências artificiais e outros fenômenos contemporâneos.
Não se trata de defender ou condenar a tecnologia, nem de oferecer respostas rápidas para questões complexas, mas de formular perguntas capazes de sustentar uma investigação rigorosa e aberta.
Alguns textos serão voltados a qualquer pessoa interessada em compreender melhor o mundo em que vive e os efeitos que ele produz sobre sua própria experiência. Outros dialogarão mais diretamente com psicólogos, psicanalistas e estudantes que desejam pensar as implicações clínicas desses fenômenos.
Se compreender o nosso tempo exige reconhecer as mediações digitais que o atravessam, talvez compreender a nós mesmos também passe por aprender a interrogá-las.
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